A criatividade é elemento essencial na busca por alternativas aos automóveis movidos à queima de combustível. Seja aqui no Paraná ou lá no Reino Unido, muita gente está pensando em maneiras ecológicas de usar o carro. E, nessa brincadeira, os fuscas entram fácil na onda da sustentabilidade.
Pelas ruas de Bristol, no Reino Unido, roda um New Beetle movido a “número dois”. Isso mesmo, o Bio-Bug faz parte de uma campanha para conscientizar a população sobre questões ecológicas e é movido pelo gás metano proveniente do processamento de fezes humanas. Os dejetos de 70 casas são o suficiente para mover o carro durante um ano ou, por cerca de 16 mil quilômetros.
Em Cornélio Procópio, no interior do Paraná, um grupo de alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica transformaram um fusca convencional em um carro elétrico. Com o investimento de 25 mil reais, o projeto experimental reduz o custo de R$0,26 para R$0,07 centavos por quilômetro rodado, além de funcionar através de uma energia limpa.
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